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Um alto funcionário israelense revelou que os Estados Unidos estão se preparando para assumir a liderança direta nos esforços para desarmar o Hezbollah, marcando uma mudança em relação às rodadas anteriores de confronto. Em entrevista ao The Jerusalem Post, o funcionário afirmou que Washington agora está disposto a investir seus próprios recursos na campanha, impulsionado pelo apoio do presidente americano Donald Trump. As declarações sinalizam um papel mais profundo dos EUA no avanço dos objetivos israelenses contra a resistência libanesa.
O funcionário alegou que os termos atuais do cessar-fogo são mais favoráveis a Israel do que os de novembro de 2024, citando a presença contínua das forças de ocupação israelenses no sul do Líbano. Tropas israelenses estariam posicionadas de Naqoura em direção à fronteira com a Síria e destruindo infraestrutura, incluindo residências. Ao mesmo tempo, centenas de milhares de cidadãos libaneses deslocados à força continuam impedidos de retornar a certas aldeias fronteiriças, aumentando a pressão sobre Beirute em meio às negociações em curso.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reforçou a mensagem, declarando que as forças israelenses manterão uma chamada zona de segurança que se estenderá profundamente pelo sul do Líbano durante todo o cessar-fogo. Isso também coincide com comentários recentes do ministro da Defesa israelense, Israel Katz, que enfatizou que o cessar-fogo de 10 dias no Líbano é “temporário”.
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