Não fossem os franceses, todos no Hezbollah seriam sírios, lutando lado a lado com seu próprio governo, no seu próprio país 3

Não fossem os franceses, todos no Hezbollah seriam sírios, lutando lado a lado com seu próprio governo, no seu próprio país
Por Robert Fisk, The Independent, Reino Unido – Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu. As fronteiras estão-se tornando bem esquisitas no Oriente Médio. Sempre foram, é claro. Desde que Mark Sykes e François Georges Picot – esse último, cônsul da França em Beirute, por falar dele; e seu consulado custou a muitos bravos libaneses a ...

Guerra de existência, não de privilégios.

Guerra de existência, não de privilégios.
Por Mohamed Salami, Al-Manar TV. O secretário-geral do Hezbollah, Sayyed Hasan Nasrallah, disse que o Partido combate na Síria uma guerra pela existência do Líbano, da Síria e da Palestina, não guerra por privilégios privados.  Na cerimônia em memória do mártir comandante Hassan Lakkis, no complexo de Sayyed Shohadaa, Sayyed Nasrallah disse que facções takfiri ...

Nasrallah: Nossa presença na Síria nos honra

Nasrallah: Nossa presença na Síria nos honra
Al-ManarTV, Líbano. Em entrevista de quase três horas para o canal libanês OTV, o secretário-geral do Hezbollah Sayyed Hasan Nasrallah disse na 3ª-feira, 3/12, que o acordo nuclear iraniano teve implicações significativas; e que acredita que os principais vencedores já são os povos da região. “Nos anos recentes houve interesses regionais e internacionais que empurraram na ...

Nasrallah: “Bombardearam o bairro errado” 1

Nasrallah: “Bombardearam o bairro errado”
Jornal libanês Al-Akhbar: “Se tínhamos 100 combatentes na Síria, agora serão 200. Se eram mil, serão 2.000. Se tínhamos 10 mil, agora serão 20 mil combatentes.” O Líbano deve unir-se para impedir que ataques como o atentado à bomba nos arredores de Beirute arrastem o país para uma guerra civil, disse o secretário-geral Hassan Nasrallah, do ...

Vingança da Europa por derrota na Síria? 2

Vingança da Europa por derrota na Síria?
Por Natalia Forcat. Os ministros de Exterior dos 28 membros da União Europeia (EU), por decisão unânime mas não convincente , incluíram o braço militar do Movimento de Resistência Libanesa Hezbollah na lista de grupos considerados “terroristas”. Segundo fontes diplomáticas presentes na reunião, Reino Unido, França, Alemanha, Holanda e Portugal impulsionaram a proposta apesar do ...