Hillary-gate [chamado Russiagate na campanha eleitoral] é golpe ‘jurídico-midiático’ de alto risco

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Da série: ‘Russiagate‘, a mãe de todas as Lavajatos

  26/1/2018, Paul Craig Roberts Blog Resultado de imagem para Rússia Gate, o Novo Escândalo Político

A mídia-empresa-corrupta só faz repetir que qualquer relatório de qualquer investigação sempre trará ‘provas’ de erros, vícios e escândalos de Trump. E a demora dos Republicanos para distribuir o sumário da investigação da Comissão de Inteligência da Câmara de Deputados sobre o escândalo chamado Russiagate [até o nome é vicioso. Nome certo daquele escândalo é Hillary-gate (NTs)] só faz ‘provar’ aquela invenção ‘midiática’.
Tudo que a mídia-empresa-corrupta ‘noticia’ é inverossímil ou é reles completo absurdo fardado de noticia. [No Brasil do golpe melhor dizer “Tudo que a mídia-empresa-corrupta ‘noticia’ é inverossímil ou é reles completo absurdo togado como se fosse ‘notícia’ (NTs)]. Só os Republicanos são idiotas o suficiente para se meterem, eles mesmos, nessa situação. Leitores perguntam por que o sumário daquele relatório não é distribuído, se é verdadeiro. Que tem de haver outro motivo, além da estupidez dos Republicanos. É. E dentre as muitas razões que parecem estar bloqueando a distribuição do relatório destacam-se: 1) Os Republicanos são muito cuidadosos em todas as questões que envolvam a segurança nacional. Não querem criar precedentes para a distribuição pública de informação sigilosa. 2) Muitos distritos Republicanos representados no Congresso abrigam instalações do complexo militar-de-segurança. O problema de criar incômodos a grandes empregadores e fazer campanha contra grandes doadores de campanha é considerável e sempre presente. 3) O regime George W. Bush/Dick Cheney era neoconservador. Consequência disso é que os Republicanos são influenciados por neoconservadores que nunca se cansam de falar da tal [inexistente] “ameaça russa”. 4) O lobby israelense pode derrubar qualquer membro eleito da Câmara de Deputados e do Senado. O lobby israelense é aliado dos neoconservadores, e essa aliança visa a manter os EUA militarmente ativos contra ameaças que eles vejam à hegemonia de Israel no Oriente Médio; e sempre contra a Rússia, que apoia Síria e Irã, que Israel vê como ameaças contra a entidade sionista. 5) Muitos Republicanos investiram em falsas acusações do Russiagate [o nome é vicioso. Nome certo daquele escândalo é Hillary-gate (NTs)] contra a Rússia por acreditarem que o escândalo ajudaria a trocar Trump por Pence. Outros Republicanos creem que Trump está pondo a perder alianças pelas quais Washington pagou preço alto, e que, com isso, ele estaria minando o poder dos EUA. Mas muitos cidadãos parecem não ver o que está em risco. Na verdade, no mundo real, os EUA enfrentam hoje um golpe organizado por altos funcionários do governo Obama – do Ministério da Justiça, FBI, CIA, do Comitê Nacional Democrata de Hillary – e da mídia-empresa-corrupta para ‘virar’ o resultado de uma eleição democrática e para derrubar o presidente eleito.
A base do golpe é um dossiê forjado e vendido/comprado, que só inclui alegações sem qualquer prova contra Trump, e que foi usado para ‘extrair’ mandados nos termos da Lei FISA que ‘autorizariam’ [como autorizaram] a instalação de aparelhos para espionar amigos e inimigos, na esperança de que dessa ilegalidade legalizada saísse alguma coisa – qualquer coisa! – que pudesse ser usada contra Trump nas eleições. Independente disso tudo, as acusações falsas foram passadas aos quadros que a CIA mantém na mídia-empresa-corrupta e usadas para inventar um escândalo que ‘exigia’ um ‘procurador especial’ para investigar [escândalo que foi batizado como Russiagate [(o nome é vicioso. Nome certo daquele escândalo é Hillary-gate, NTs)]. Uma vez a investigação já criada e em andamento, os agentes ativos na mídia-empresa-corrupta cuidaram de manter vivo o escândalo inventado, na esperança de convencer número suficiente de norte-americanos de que Trump ‘deve ter feito’ alguma coisa ‘porque’ “onde há fumaça há fogo” [no Brasil do golpe, um embargador da justiça ativo em Porto Alegre disse EM SENTENÇA que “se alguém diz que houve crime, houve crime, ‘porque’ se não tivesse havido, ninguém diria… 8-O))) (NTs)]. Esse golpe funcionou contra Richard Nixon. Mas não funcionou contra Ronald Reagan. E Trump não é Reagan [assim como Lula NÃO É Getúlio, nem é Jânio… (NTs)]. Se as mais altas instâncias das agências judiciais, políticas e policiais do país conseguirem se safar depois do atentado em curso (que ainda não se sabe como acabará) para derrubar presidente eleito dos EUA, nesse caso aquelas instâncias ditas judiciais, políticas e policiais terão decretado a morte da democracia nos EUA e consagrado não alguma transparência, mas a mais completa opacidade, como condição para que alguém chegue ao poder. Assim terão conseguido garantir proteção a todos os crimes e todos os criminosos, para preservá-los dentro do governo e investidos de autoridade do Estado. Câmara, Senado e STF estarão tão impotentes quanto o senado de Roma em governo dos césares. Viveremos sob ditadura de policiais fardados e/ou de espiões à paisana [e/ou juízes togados (NTs)]. Muitos norte-americanos dizem que não precisam de relatório algum de Comissão de Deputados alguma, porque, para começar, não acreditam no que a mídia-empresa-corrupta publique ou ‘noticie’. Errado. Todos precisam ler aquele relatório, porque os responsáveis por esse atentado para mudar o regime dentro dos EUA têm de ser identificados, acusados e processados por crime de alta traição. Não é assunto de menor importância. O que está acontecendo atinge o coração da possibilidade de qualquer liberdade. Todos nós sabemos que nenhuma democracia tem força suficiente para tornar transparente algum governo, por mais eleito que seja. Contudo, estado policial, ou estado governado por militares ou por espiões [no Brasil-do-golpe, é estado governado por todos esses, mas norte-americanos, não brasileiros; e todos ‘legalizados’ por um STF-com-tudo que mais vergonhoso nunca se viu no planeta (NTs)] já não admitem sequer a fantasia potente de que o povo tenha ou possa vir a ter algum poder. Barrar o audacioso golpe que está sendo tentado contra o presidente Trump – que ainda não caiu – é a oportunidade que os EUA temos para barrar o avanço de um estado policial. (…) FIM DO EXCERTO. [Desse ponto em diante, o autor discute detalhes específicos do golpe jurídico-midiático que está em curso nos EUA (NTs)].

Traduzido por Vila Vudu

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