Aviação russa bombardeou 1.097 instalações dos terroristas na Síria em 2016 1

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Aviação russa fez 311 surtidas e bombardeou 1.097 instalações dos terroristas na Síria desde o início de 2016.

Aviação russa fez 311 surtidas e bombardeou 1.097 instalações dos terroristas na Síria desde o início de 2016.

Bombardeiro russo Su-34 decola da base aérea russa de Hmeymim na Síria
Nestes 11 dias, a Força Aeroespacial russa atacou a infraestrutura dos militantes, instalações para extrair e refinar petróleo, locais de concentração de combatentes e equipamentos militares.Segundo o Estado-Maior, os terroristas sofrem grandes perdas por causa dos bombardeios da aviação russa e, graças a isso, o exército sírio continua o avanço.

O tenente-general Sergei Rudskoy destacou que, durante o último mês e meio, mais de 150 cidades e vilas foram libertadas na Síria com o apoio das forças russas.

O Ministério também enumerou as cinco províncias em que as operações têm sido especialmente bem sucedidas. São Aleppo, Latakia, Hama, Homs e Raqqa. Nomeadamente, em Latakia o exército sírio conseguiu retomar o controle das alturas estratégicas e libertar seis povoações-chave. Em Homs foi retomada a cidade de Mahin.

Além disso, as fileiras das milícias patrióticas pró-governo estão continuamente aumentando. Na segunda-feira (11) as forças russas apoiaram por meio de ataques aéreos o avanço de onze destacamentos das forças patrióticas, que possuem mais de 7 mil combatentes.

No entanto, Sergei Rudskoy frisou que os terroristas continuam recebendo reforços através da Turquia, apesar de todos os esforços da comunidade internacional.

 

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Um comentário sobre “Aviação russa bombardeou 1.097 instalações dos terroristas na Síria em 2016

  1. Responder Antonio - SC jan 12,2016 23:38

    Toda essa ofensiva russa de apoio ao regime Assad, vai contra os interesses americanos, ameaçando seu poder hegemônico na região. A queda vertiginosa do preço do petróleo, a meu ver, visa a economia russa, estrangulando semelhante ao que foi feito na era Reagan-Tacher-João Paulo contra o regime Soviético através da corrida armamentista. Desta vez se dá baixando o valor do petróleo, principal fonte da Russia.

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