Safatle: Israel decide ter “direito” de matar

 – O filósofo Vladimir Safatle escreve em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo que o governo de Israel transformou o assassinato de palestinos em uma espécie de “direito natural” seu, a pretexto de autodefesa. “De fato, matar um palestino parece que se transformou em uma espécie de direito natural do governo israelense em ...

“Horror… Horror…” EUA cercam ônibus de terroristas rendidos evacuados

31/8/2017, Jason Ditz, Antiwar Traduzido por Vila Vudu Imagem (documento) Com a estrada à frente destruída por aviões dos EUA, um comboio de 18 ônibus que transportam cerca de 300 terroristas do ISIS mais 300 de seus familiares e outros civis, para longe da fronteira Síria-Líbano na província de Deir Ezzor, permanece bloqueado, talvez irreversivelmente. ...

Em Israel, contexto político de assassinatos de Rabin é abafado em nome da “tolerância”

Guila Flint | Tel Aviv – 10/11/2014 – Opera Mundi Antes de ser morto por ultranacionalista em 1995, premiê firmou acordo histórico com palestinos e foi alvo de discurso do ódio da direita que hoje detém o poder. O assassinato do então primeiro-ministro de Israel Yitzhak Rabin (1922-1995) por um israelense da extrema direita religiosa ...

Tirem as mãos sujas do Líbano

Tirem as mãos sujas do Líbano
Por José Farhat. O Tribunal Especial para o Líbano, quem diria, volta a mostrar serviço neste janeiro de 2014. O Tribunal Especial para o Líbano foi criado tendenciosamente, como os fatos estão comprovando, com o objetivo de inculpar a Síria, o Irã e o Hizbullah pela morte de Rafic Hariri. A primeira prova disto é ...

Um assassinato em plena luz do Mundo 1

Um assassinato em plena luz do Mundo
Por Nathaniel Braia. Ehud Olmert, vice de Sharon, pouco antes da morte do líder palestino: “Vamos remover Arafat. Matar é uma das opções”. Agora que o crime começa a ser desvendado, a linha do governo israelense é negá-lo. Dov Weissglass, assessor de Ariel Sharon, quando era primeiro-ministro de Israel, declarou: “Até onde eu sei, não tivemos ...

A vez da Tunísia?

A vez da Tunísia?
Por Assad Frangieh. A palavra de ordem do governo de Almunssef Al-Marzouki é que a “Tunísia não é o Egito”. Há cinco meses Chukri Baliid foi assassinado. Ontem foi Mohamad Al-Barahami. Ambos eram opositores, líderes da revolução de “14 de janeiro”, progressistas, arabistas e laicos. Em menos de 24 horas, o governo apresenta o assassino ...